Emitir NFe: Passo-a-passo como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)

Emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica) é algo que pode ser um pouco complicado. Para te ajudar, fizemos este guia com um passo-a-passo de como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica). Veja no sumário o que você irá encontrar neste artigo.

PS: Atenção! É importante salientar que o artigo contempla a emissão de Notas Fiscais Eletrônica (NF-e) por empresas já habilitadas na SEFAZ (Secretaria da Fazenda) a fazer a emissão. Confirme com seu contador ou com a própria SEFAZ se sua empresa já está habilitada. Em alguns casos, como MEI, por exemplo, são necessários alguns passos extras para habilitação da emissão de NF-e. Ainda, em cada Estado isso deverá ser feito de uma forma diferente, inclusive, em alguns estados, como o Rio de Janeiro, por exemplo, não é possível MEI emitir NF-e. O mesmo serve para PRODUTOR RURAL, em alguns Estados o Produtor Rural só poderá emitir NFA-e (Nota Fiscal Avulsa Eletrônica) pelo próprio site da SEFAZ. Confirme com o seu contador ou com a própria SEFAZ se você pode utilizar Softwares de Terceiros para emitir NF-e.

Sumário do Artigo Como Emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica):

  1. Requisitos;
    1. Certificado Digital
    2. Computador
    3. Software
    4. Internet
  2. Campos obrigatórios e como preenchê-los:
    1. Dados do Emitente (você)
    2. Dados do Destinatário (seu cliente)
    3. Produto(s) ou Serviço(s) vendido(s)
      1. Nome do Produto ou Serviço
      2. Tipo
      3. Quantidade
      4. Valor Unitário
      5. Valor Total
      6. Peso Líquido Total
      7. Peso Bruto Total
      8. NCM
        1. CEST (Código Especificador de Substituição Tributária)
      9. Tributação:
        1. ICMS
          1. Situação Tributária
          2. Origem
      10. Natureza da operação
      11. Forma de pagamento
      12. CFOP (Códigos Fiscais de Operações e Prestações)
      13. Base de Cálculo do ICMS
      14. Valor Total do ICMS
      15. Base de Cálculo do ICMS ST
      16. Valor Total do ICMS ST
      17. Valor Total dos produtos e serviços
      18. Valor Total do Frete
      19. Valor Total do Seguro
      20. Valor Total do Desconto
      21. Outras Despesas acessórias
      22. Valor Total da NF-e
      23. Valor aproximado total de tributos federais, estaduais e municipais.
  3. Links úteis
  4. eBook

Emitir NFe: Passo-a-passo como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)

Você sabe como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)? Com o advento da Nota Fiscal Eletrônica (NFe) e sua obrigatoriedade, muitos empresários estão enfrentando esta dúvida de como fazer para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica).

Com intuito de te auxiliar na sua tarefa de como NFe (Nota Fiscal Eletrônica), fizemos este passo-a-passo que lhe guiará sobre como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica). O foco é para empresas optantes pelo Simples Nacional, caso você não seja do Simples Nacional, inscreva-se em nossa Newsletter para ficar por dentro, faremos um guia para empresas não optantes do Simples tratando das diferenças para tais empresas.

1. Requisitos para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica):

1.1 Certificado Digital: Para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica), você precisará de um Certificado Digital. Nós aconselhamos que você faça o certificado digital a1, pois ele tem diversas vantagens sobre o a3. Você pode fazer o seu certificado digital de forma ONLINE, em franquias do Cartório Mais, na Associação dos Contabilistas de sua cidade ou nas Agências dos Correios. Você pode ler mais sobre isto em nosso artigo Saiba tudo sobre o certificado digital a1. Caso você não consiga em sua cidade, pergunte ao seu contador onde fazer a sua certificação digital.

1.2 Computador: Para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica), você precisará de um computador, celular, tablet ou notebook. Qualquer dispositivo com acesso a INTERNET lhe permite emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica), porém, o sistema de emissão deve ser compatível com tais dispositivos. Os softwares gratuitos disponibilizados pela Receita Federal são compatíveis somente com computador ou notebook, todavia, softwares em NUVEM, como o QuantoSobra, funcionam em qualquer dispositivo com internet, seja ele computador, tablet, celular ou notebook. Basta ter acesso a internet e você está emitindo Notas Fiscais Elerônicas de qualquer lugar a qualquer hora.

1.3 Software: Conforme falamos anteriormente, você precisará de um software para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica). Você pode utilizar Softwares especializados, como o QuantoSobra, ou poderá utilizar o Software Gratuito da Receita Federal (note que o software da Receita Federal irá parar de funcionar em janeiro de 2017, por isso, aconselhamos que use o QuantoSobra ;-)). Outra vantagem de utilizar um software como o QuantoSobra é que ele irá gravar todas as informações, não sendo necessário que você preencha tudo novamente cada vez que você for tirar uma nota. Além disso, ele salva os cenários de tributação que você tem em sua empresa, não sendo necessário ficar recalculando e configurando as tributações a cada nota emitida.

Caso você opte por utilizar o Emissor Gratuito da Receita Federal, você poderá fazer o download no site da própria SEFAZ/SP.

1.4 Internet: É impossível emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica) sem acesso a internet. Tendo em vista a comunicação direta com a SEFAZ (Secretaria da Fazenda) do seu Estado e a Receita Federal, você precisará da liberação automatizada destes órgãos para emissão da sua NFe.

2. Campos obrigatórios para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica):

É importante ressaltar que vamos falar sobre os campos que você deverá preencher, pois existem diversos outros campos obrigatórios que o sistema de emissão automaticamente preenche, como número de NFe, data de emissão etc. São campos que obrigatoriamente você deverá preencher para emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica):

2.1 Dados do Emitente:

como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)Trata-se do seu cadastro com CNPJ, Razão Social, Endereço, Inscrição Estadual, Inscrição Municipal etc;

 

2.2 Dados do Destinatário:

como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica) 2

Este é o seu cliente, para quem você vendeu a mercadoria ou serviço, sendo necessário informar o CNPJ ou CPF, endereço, Razão Social ou Nome Completo, Inscrição Estadual e Inscrição Municipal, quando houver;

 

2.3 Produtos ou Serviços vendidos:

como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)
São os produtos ou serviços vendidos ao seu cliente. Cada produto deverá conter os seguintes campos para emissão de NFe:

2.3.1 Nome ou Identificação do Produto ou Serviço:

O nome do produto, o que ele é, por exemplo, COPO 250ML, CAMISETA MARCA X TAM. P, COURO MACIO etc. A descrição deverá ser completa e deverá conter o nome, a marca, o modelo, a série, espécie, tamanho, cor e quaisquer mais informações que venham a ser úteis para sua identificação.

2.3.2 Tipo (un, pc, m² etc):

O tipo de unidade vendida, por exemplo, UN significa UNIDADE, PC significa PEÇA, M² significa METRO QUADRADO.

2.3.3 Quantidade:

A quantidade vendida. Por exemplo, se você vendeu 5 copos, a quantidade será 5. Se você vendeu couro em metro quadrado, você colocará a quantidade de metros quadrados vendidos, por exemplo, 3,58.

2.3.4 Valor unitário:

O valor de venda de cada unidade, em reais. O seu software poderá fazer isto automaticamente, caso você tenha cadastrado um valor unitário ou preenchido o valor total, sendo o valor unitário o valor total dividido pela quantidade vendida.

2.3.5 Valor total:

O valor total de venda que é o valor unitário X a quantidade vendida. Geralmente o sistema faz isto automaticamente se você preencheu quantidade e valor unitário.

2.3.6 Peso Líquido Total:

O peso líquido total dos produtos vendidos (não por unidade, mas o total das unidades somadas);

2.3.7 Peso Bruto Total:

O peso bruto total de todas as unidades vendidas. Note que o peso líquido/bruto total POR PRODUTO somente auxiliará o seu sistema a calcular automaticamente o peso líquido total de todos os produtos da NFe, porém, você pode informar tal valor manualmente, pois somente o total de TODOS OS PRODUTOS é obrigatório na emissão de NFe e não por produto;

2.3.8 NCM:

Código (Nomenclatura Comum do Mercosul) NCM (8 posições), é utilizado em todo Mercosul para identificar os produtos dos mais variados gêneros, criando assim uma classificação padrão para compras e vendas e determinando as alíquotas aplicáveis dos tributos sobre esse produto.  Você pode fazer o Download da Tabela de NCM no site da Receita Federal.

2.3.8.1 CEST:

O código CEST (Código Especificador de Substituição Tributária) nasceu com intuito de uniformizar a tributação dos produtos sujeitos à incidência do ICMS Substituição Tributária. Assim, o CEST é um novo código que se refere somente aos produtos relativos a substituição tributária. Leia mais sobre CEST neste link.

2.3.9 TRIBUTAÇÃO:

  1. ICMS:
    como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica) produto como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica) produto 2
    1. Situação Tributária: Você pode verificar a lista de CST (CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA) neste site da SEFAZ/SE. No caso do Simples Nacional, pode também ser chamado de CSOSN. Este é outro campo obrigatório na emissão de NFe. Veja esta tabela disponível no site ACREIS:
      Código CST Explicação
      101 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente. O código 101 será utilizado nos casos em que a operação sofra tributação do ICMS no regime Simples Nacional, na hipótese do destinatário fazer jus à apropriação do crédito do ICMS. De acordo com o artigo 23 da Lei Complementar nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008, as empresas do Simples Nacional poderão transferir os créditos do ICMS, efetivamente devido e recolhido no DAS, às empresas do regime normal de apuração, desde que as mercadorias adquiridas por elas sejam destinadas à comercialização ou industrialização. Não haverá direito a crédito em se tratando de mercadorias destinadas ao ativo permanente ou a uso e consumo do destinatário. De igual forma, não haverá direito a crédito caso o destinatário também seja optante pelo regime Simples Nacional.
      102 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e 900. O código 102 refere-se às operações tributadas pelo ICMS no Simples Nacional, em que não possa haver aproveitamento de crédito do ICMS pelo destinatário da operação. Podemos citar como exemplos de impossibilidade de crédito pelo destinatário: – destinatário optante pelo Simples Nacional; – destinatário não contribuinte do ICMS; – destinatário optante pelo regime normal, mas que adquire a mercadoria para seu ativo fixo ou para utilização como material de uso ou consumo; – emitente sujeito à tributação do ICMS, no Simples Nacional, por valores fixos mensais; – emitente que apura os impostos (inclusive o ICMS), no Simples Nacional, pelo regime de caixa.
      103 Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006. Alguns Estados, como, por exemplo, Paraná e Bahia, concedem isenção do ICMS para algumas faixas de receita bruta. No Paraná, são isentos do ICMS os contribuintes cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração não ultrapasse R$ 360 mil (artigo 3º do Anexo VIII do RICMS/PR). No Estado da Bahia, as microempresas optantes pelo Simples Nacional cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração não ultrapasse R$ 144 mil são isentas do ICMS (artigo 384 do RICMS/BA). Nestes casos, em que tenhamos a isenção do ICMS determinada pela receita bruta do emitente, será utilizado o código 103.
      201 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. O código 201 será utilizado pelo contribuinte na condição de substituto tributário. Não vislumbramos na legislação possibilidade de utilização de crédito pelo destinatário da operação, sendo a operação sujeita ao regime da substituição tributária – eis que, neste regime, em regra, o contribuinte substituído não apropria o crédito nas entradas, eis que também não terá o destaque do ICMS nas operações subsequentes. Entendemos que o código 201 será utilizado na hipótese da operação ser destinada a revendedor que seja optante pelo regime normal de apuração. Assim, caso, posteriormente, o contribuinte substituído faça jus ao ressarcimento do ICMS, se a legislação do Estado permitir que tal procedimento seja por meio do aproveitamento do crédito, este já estará indicado no documento fiscal relativo à operação realizada pelo contribuinte substituto.
      202 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. O código 202 será utilizado pelo contribuinte na condição de substituto tributário. Em contraponto ao código 201, entendemos que o código 202 será utilizado nas hipóteses em que o destinatário não possa de modo algum aproveitar o crédito do ICMS pago pelo remetente. Como exemplo, podemos citar os casos do destinatário optante pelo Simples Nacional; do emitente sujeito à tributação do ICMS, no Simples Nacional, por valores fixos mensais; e do emitente que apura os impostos (inclusive o ICMS), no Simples Nacional, pelo regime de caixa.
      203 Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. O código 203 será utilizado pelo contribuinte na condição de substituto tributário, caso este contribuinte enquadre-se na isenção do ICMS pela faixa de receita bruta (vide exemplos no comentário Econet ao código 103).
      300 Imune Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS. O código 300 refere-se a operações imunes de tributação pelo ICMS, no Simples Nacional, tais como operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão, e operações destinadas ao exterior (exportações).
      400 Não tributada pelo Simples Nacional Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional. Como é cediço, as empresas do Simples Nacional apuram seus impostos de acordo com as receitas auferidas. Assim, será utilizado o código 400 para quaisquer operações realizadas que não gerem ao contribuinte receita, consequentemente não serão tributadas no Simples Nacional. Como exemplo, podemos citar as operações de remessa de um modo geral (remessa para industrialização por encomenda, remessa para utilização em prestação de serviço, remessa para locação, remessa em comodato, remessa em demonstração, remessa para conserto), e as operações realizadas a título gratuito (amostras, bonificações, doações, brindes).
      500 bstituição tributária (substituído) ou por antecipação Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações. Será utilizado o código 500 sempre que o contribuinte optante pelo Simples Nacional, emitente da nota, esteja na condição de substituído, tendo o ICMS referente à operação recolhido anteriormente, por substituição tributária ou por antecipação.
      900 Outros Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e 500. O código 900 será utilizado nos casos que não se enquadrem nos códigos anteriores. Alguns exemplos: – nas importações de mercadorias, em que o ICMS é pago à parte do regime Simples Nacional, diretamente ao Estado; – nas demais hipóteses de emissão de nota fiscal de entrada pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional, na condição de destinatário da operação, não se enquadrando a operação nos demais códigos; – nas operações isentas do ICMS, nos casos em que a legislação trouxer previsão expressa para a isenção do ICMS nas operações realizadas por contribuintes optantes pelo Simples Nacional (diferente dos códigos 103 e 203; – operações realizadas pelos contribuintes optantes pelo Simples Nacional, com aplicação do diferimento do ICMS, conforme determinação da legislação estadual.
    2. ORIGEM: Você pode ver a tabela neste arquivo do site da Receita Federal:
      0 Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3, 4, 5 e 8;
      1 Estrangeira – Importação direta, exceto a indicada no código 6;
      2 Estrangeira – Adquirida no mercado interno, exceto a indicada no código 7;
      3 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 40% e inferior ou igual a 70%;
      4 Nacional, cuja produção tenha sido feita em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam as legislações citadas nos Ajustes;
      5 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40%;
      6 Estrangeira – Importação direta, sem similar nacional, constante em lista da CAMEX e gás natural;
      7 Estrangeira – Adquirida no mercado interno, sem similar nacional, constante em lista da CAMEX e gás natural.
      8 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 70%;

2.3.10 Natureza da Operação:

Venda, transferência, compra, importação, devolução, consignação, remessa (para fins de demonstração, de industrialização ou outra). Geralmente, a natureza da operação é preenchida de forma automática ao informar o CFOP (campo que falaremos a seguir), na emissão de NFe.

2.3.11 Forma de pagamento:

À vista; À prazo; Outros.

2.3.12 CFOP:

O que é? CFOP  são os CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES das entradas e saídas de mercadorias, intermunicipal e interestadual.O CFOP nada mais é do que um código de números que serve para identificar a natureza da circulação de mercadorias ou das prestações de serviços. O CFOP define se tal operação fiscal irá recolher impostos, ou não. Cada CFOP tem quatro dígitos, sendo o primeiro dígito o identificador do tipo de operação, se entrada ou saída de mercadorias, conforme tabela a seguir:

Entrada 1.000 – Entrada e/ou Aquisições de Serviços do Estado.
2.000 – Entrada e/ou Aquisições de Serviços de outros Estados.
3.000 – Entrada e/ou Aquisições de Serviços do Exterior.
Saída 5.000 – Saídas ou Prestações de Serviços para o Estado.
6.000 – Saídas ou Prestações de Serviços para outros Estados.
7.000 – Saídas ou Prestações de Serviços para o Exterior.

Você pode ver a lista de todos os CFOPs neste site da SEFAZ-PE.

2.3.13 Base de Cálculo do ICMS: 

Segundo o site Portal Tributário: “A base de cálculo do ICMS é o montante da operação, incluindo o frete e despesas acessórias cobradas do adquirente/consumidor. Sobre a respectiva base de cálculo se aplicará a alíquota do ICMS respectiva.” (este campo, para empresas do Simples Nacional, será utilizando basicamente quando houver necessidade de calcular o ICMS ST na emissão de NFe).

2.3.14 Valor Total do ICMS:

O valor total do ICMS que foi calculado tendo em vista a base de cálculo anterior X a alíquota da operação.

2.3.15 Base de Cálculo do ICMS ST:

A base de cálculo do ICMS ST geralmente é Base de Cálculo do ICMS + a margem de valor agregado (MVA) determinada para cada NCM.   Existem casos diferentes em que a BC ICMS ST pode ser calculada através de: preço tabelado ; Lista negativa ; Lista positiva ; Lista Neutra ou Pauta (valor).

2.3.16 Valor Total do ICMS ST:

O Valor de ICMS ST é calculado dando-se a subtração do valor da BC ICMS ST( já com MVA) * aliquota – Valor do ICMS próprio. O sistema QuantoSobra possuí um método de cálculo muito facilitado para quem trabalha com substituição tributária na emissão de NFe.

2.3.17 Valor Total dos produtos e serviços:

O total de todos os produtos e serviços que você está vendendo.

2.3.18 Valor Total do Frete: (campo opcional)

O total de frete cobrado pela transportadora ou quanto você cobrou de frete do seu cliente.

2.3.19 Valor Total do Seguro: (campo opcional)

O valor pago pelo seguro.

2.3.20 Valor Total do Desconto: (campo opcional)

Quaisquer descontos que você tenha dado, você deverá informar o total.

2.3.21 Outras Despesas acessórias: (campo opcional)

Demais despesas acessórias relativas a sua NFe.

2.3.22 Valor Total da NF-e:

O valor total da nota, que leva em consideração todos os valores presentes na mesma, como por exemplo, o valor total dos produtos, valor de seguro e frete, o valor das demais despesas acessórias etc.

2.3.23 Valor aproximado total de tributos federais, estaduais e municipais:

É importante que você saiba que esta é a tributação INTEGRAL do produto, ou seja, não é quanto você paga de imposto, mas sim quanto % do valor do produto está sendo pago em imposto, levando em consideração os impostos de toda a cadeia, não somente os seus. Ou seja, soma-se, inclusive, os impostos dos seus fornecedores e dos fornecedores deles. Com fonte no IBPT, tal informação geralmente é automática na emissão de NF-e, dependendo do seu software.

3. Links úteis:

Caso você esteja buscando maiores informações, também pode ler estes dois links que irão lhe ajudar:

Carta de Correção Eletrônica: Tudo que você precisa saber sobre a CC-e

Manuais do site da Receita Federal sobre NFe.

FAQ/Perguntas Frequentes sobre NFe no site da Receita Federal.

4. eBook:

Precisa de mais informações sobre NFe ou sobre NFCe (Cupom Fiscal Eletrônico)? Faça o Download do nosso eBook sobre este tema:

Ainda, gostou deste material e quer salvar ele no seu computador para futuras consultas? Faça o Download do nosso Como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica): Guia com Passo-a-Passo para Emissão de Notal Fiscal Eletrônica:

Resumo
Emitir NFe: Passo-a-passo como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)
Nome do Artigo
Emitir NFe: Passo-a-passo como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica)
Descrição
Neste artigo fizemos um Guia com Passo-a-Passo para lhe auxiliar a entender melhor como emitir NFe (Nota Fiscal Eletrônica). Veja os requisitos, campos obrigatórios e como preenchê-los.
Autor
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106 Comments

  1. Alex Peixoto 18 de agosto de 2015 at 12:52

    Obrigado pelas informações! Assim fica mais fácil mesmo.
    Abraços

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 24 de agosto de 2015 at 11:29

      Por nada, que bom que foram úteis Alex! 🙂

  2. DINEI 2 de fevereiro de 2016 at 13:14

    PRECISO EMITIR UMA NFE SIMPLES REMESSA PARA TRANSPORTE, SIMPLES NACIONAL, COMO DEVO FAZER, QUAL CFOP USAR?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 4 de fevereiro de 2016 at 7:41

      Olá Claudinei, tudo certo?
      O CFOP de Simples Remessa neste caso é o 5.949:
      “Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
      Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores.”

  3. luciana 4 de fevereiro de 2016 at 10:09

    Como faço nota fiscal de bonificação, posso fazer na mesma nota do pedido de compra?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 5 de fevereiro de 2016 at 9:12

      Olá Luciana, tudo bem?
      Basta colocar o CFOP de bonificação no produto que você quer enviar em bonificação :).
      Na natureza da operação você deverá adicionar as 2 descrições (a de venda e a de bonificação).

  4. Roque Junior 18 de fevereiro de 2016 at 16:44

    Olá tenho mei e adquiri o certificado para emissao de nota fiscal eletronica. Tenho este programa emissor de nfe, No entanto comprei um Gps usado de um amigo, no caso gostaria de vende-lo para um cliente, porém ele esta me pedindo nota fiscal eletronica desse produto, como faço, obrigado e parabéns pelo blog!

  5. SAm 23 de fevereiro de 2016 at 17:07

    nfe de devoluçao, a hora que vou emitir a nota fiscal eletronica aparece um campo apropriar icms devo colocar sim ou não ?

    Grato

  6. hercules 29 de fevereiro de 2016 at 13:44

    oi boa tarde, estou tentando tirar uma nota fiscal mas no final nao consigo transmitir para o sefaz, sera problema lá ou tem alguma coisa errada na nota.
    no começo quando vou abrir a janela para começar a nota aparece uma pagina mostrando que o nao é confiável abrir
    a pagina.
    se voce puder me ajudar ficarei muito grato.
    att hercules

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 4 de março de 2016 at 9:42

      Olá Hércules, você está emitindo por qual sistema?

    2. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 31 de março de 2016 at 14:46

      Hércules, me diga qual erro está aparecendo por favor?
      E em qual site é isto?
      Abraço!

  7. Leandro 21 de março de 2016 at 10:05

    Bom dia!
    Precisamos emitir uma nota de troca de mercadoria, igual a nota de substituição que o cliente nos envio, CFOP 6949 e ALIQ 12% o cliente é de AM, mas ao tentar emitir a nota a Sefaz denega a nota fiscal com o seguinte erro: Rejeicao: Aliquota de ICMS superior a definida para a operacao interestadual [nItem:1].
    Pergunto: como emitir a nota igual se ALIQ de SC para AM é 7%, mas o cliente não está aceitando ALiQ diferente.

    Att.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 31 de março de 2016 at 14:47

      Vou ver com a nossa consultoria e lhe retorno, abraço!

    2. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 5 de abril de 2016 at 11:11

      Olá Leandro, tudo certo? Recebi resposta da nossa consultoria que disse o seguinte:

      “Provavelmente é alguma inconsistência dentro do aplicativo, por mal desenvolvimento ou o usuário que deve estar preenchendo algum campo de forma equivocada. Sugerimos que entre em contato com o fornecedor do software, pois na devolução ou no retorno da mercadoria recebida o documento fiscal deve constar na mesma alíquota e na mesma base de cálculo informada no documento recebido anteriormente. Base Legal: Decreto 2.870/01-RICMS/SC, anexo 6, artigo 76, § 2º.”

      Não sei qual software você usa, mas entre em contato com eles, abraço.

    3. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 9:29

      Olá Leandro, tudo bem?

      Recebi a resposta da nossa consultoria, parece ser problema no aplicativo que você usa. Como não é o QuantoSobra, não sei lhe ajudar, veja:

      “Provavelmente é alguma inconsistência dentro do aplicativo, por mal desenvolvimento ou o usuário que deve estar preenchendo algum campo de forma equivocada. Sugerimos que entre em contato com o fornecedor do software, pois na devolução ou no retorno da mercadoria recebida o documento fiscal deve constar na mesma alíquota e na mesma base de cálculo informada no documento recebido anteriormente. Base Legal: Decreto 2.870/01-RICMS/SC, anexo 6, artigo 76, § 2º.”

  8. Reinaldo 2 de abril de 2016 at 13:50

    Stéfano, boa tarde. Ao emitir DANFE para transporte de artesanato, sou Ltda Me, o produto tem sido parado pela fiscalização, onde emitem um DARF etc para recolhimento do ICMS, para liberarem o produto. Isso ocorreu agora em 2016 com a mudança da questão do ICMS. O código CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA) que estamos utilizando eh o 302,. Tem ocorrido para remessas para alguns Estado do Norte e Nordeste. Como devo proceder ? Recolher o imposto no momento da emissão da NF, como saber quais Estados ? Será o CST está incorreto ?
    obs. geralmente remessa para Pessoas Físicas.. Obrigado Reinaldo

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 9:17

      Olá Reinaldo, tudo bem?
      Perguntei a nossa consultoria e eles responderam, veja se isto lhe serve, do contrário, torne a perguntar:

      “O CST indicado não consta na Tabela de CSOSN. Observar a Tabela de CSOSN. Desde 1-1-2016 é devida a diferença de alíquota do ICMS nas remessas de mercadorias para destinatário NÃO contribuinte do ICMS situado em outros estados. A diferença de alíquota interestadual será partilhada com o estado de origem e de destino nos anos de 2016, 2017 e 2018. Após 2018 todo o valor da diferença de alíquota será recolhida totalmente para o estado de destino da mercadoria. O ICMS devido relativo ao difal interestadual relativamente ao valor da partilha pertencente ao estado de destino será recolhido antes da remessa da mercadoria quando o remetente não possuir inscrição estadual no estado de destino.”

    2. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 24 de maio de 2016 at 12:07

      As empresas enquadradas no Simples Nacional codificam suas operações com o CSOSN – Código de Situação da operação no Simples Nacional. Os CSOSN possuem 4 dígitos. O primeiro de origem e os demais quanto a tributação. Não há esta combinação 302.

  9. vinicius marques 11 de abril de 2016 at 17:52

    ola amigo tenho um trabalho escolar,o trabalho e eu fazer um produto e criar uma nota dele como se e fosse uma empresa mas nao sei como fazer isso teria algum site que tenha exemplos de notas desse tipo do meu trabalho escolar?

  10. Sivolc 13 de abril de 2016 at 21:03

    Sr. Stéfano, por gentileza.
    Preciso emitir nota fiscal e sou MEI, na parte de alíquota a função de Motoboy (entregas rápidas) diz ser de 2%, eu terei que pagar 2% do valor da nota ?.
    Agradeço

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 9:27

      Olá Sivolc, tudo certo?

      As empresas do MEI pagam impostos fixos mensais, portanto não recolhe e nem tem retenção de ISS. Decreto 53.151/12 artigo 7, 10, 108, e Resolução CGSN 94/11.

  11. Aline 19 de abril de 2016 at 23:46

    Olá, Stéfano! Boa noite! Espero encontrar ajuda com você. Estou em dúvida sobre a compra do Certificado Digital. Ao acessar o site dos Correios, encontro informação de que a compra é feita através do Correios Net Shopping. Neste site, o Certificado Digital BRy tipo 1 custa R$ 45,00. Este é o Certificado que devo adquirir e que é recomendado por vocês? Tenho CNPJ ME Simples Nacional e desejo um certificado que me permita acessar as informações da minha empresa na Receita e demais órgãos, principalmente emitir NFS-e. Outra dúvida é quanto à emissão: quando entro no sistema da SEFAZ e clico em Emitir NFS-e, o sistema pergunta quanto à tributação dos serviços. Dentre as opções, tem Isenção /Benefícios Fiscais. Para quê serve esta opção?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 9:24

      Olá Aline, tudo certo?

      Não conheço este certificado digital dos Correios. Você poderia perguntar diretamente a eles, infelizmente não sei te responder :/.

      Quanto a tributação, Isenção ou Benefícios Fiscais são para empresas que não pagam imposto ou tem algum benefício concedido pelo Município, como redução de alíquota etc.

  12. Israel Felipe 23 de abril de 2016 at 2:06

    Olá, sou MEI e estou em dúvida ao configurar a minha NF-e, qual a modalidade de ICMS devo colocar? e qual o nome dado para esta modalidade (pois preciso ”cadastrar uma nova modalidade haja vista que a modalidade que consta no sistema é do ”Simples Nacional”), pois sou ISENTO. Por exemplo: Eu preencho como isento e os demais locais de impostos e etc… deixo tudo zerado? Imploro por ajuda, nunca achei que fosse tomar uma surra fiscal =/. O sistema que uso é o XXXXXX (www.XXXXXX.com.br) [nome do sistema removido pelo administrador], Meu CNAE é o 47.81­4/00 – Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 9:20

      Olá Israel, tudo certo?

      Infelizmente não podemos dar suporte a usuários de outros sistemas, pois não conhecemos o sistema que você falou.

      Sugiro que entre em contato direto com eles.

      Obrigado.

  13. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 28 de abril de 2016 at 10:23

    Voces sabem me informar qual nota fiscal emitir na venda ambulante de glp (sem destinatário certo) e como informá-la ao fisco?

    A venda fora do estabelecimento de GLP sem destinatário certo(Venda Ambulante) será emitida de tudo que se estiver levando no CFOP 5.904 contra o motorista ou encarregado da empresa e as notas fiscais por ocasião da venda na rua no CFOP 5.104, o retorno será no CFOP 1.904. Instrução Normativa 45/98 – Título I – Capítulo XIX Item 1.0 e 4.2.1.2

  14. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 29 de abril de 2016 at 9:14

    É obrigatório o uso de código de barras dos produtos no xml que é enviado a Sefaz?

    Desde 1º de julho de 2011, quando um produto possuir código de barras com GTIN, o número equivalente a esse código de barras deve ser informado na NF-e. Essa obrigatoriedade está definida pelo Ajuste Sinief 16/2010, que incluiu o parágrafo 6º na clausula terceira do Ajuste SINIEF 07/05: § 6º A partir de 1º de julho de 2011, fica obrigatório o preenchimento dos campos cEAN e cEANTrib da NF-e, quando o produto comercializado possuir código de barras com GTIN(Numeração Global de Item Comercial). Então, desta forma, fica obrigatório o código de barras no arquivo XML se o produto assim o possuir. Caso desejar, não tendo o código de barras com GTIN, poderá no momento das vendas, apenas transcrevê-lo copiando das notas fiscais advindas de seus fornecedores. Instrução Normativa 45/98 – Título I – Capítulo XI – Subitem 20.1.1.3

  15. ATHAIDES DE AZEREDO E SILVA 4 de maio de 2016 at 17:15

    Olá, Stéfano!
    Estou com um problema…
    Quando vendo mercadoria para fora, o frete é FOB, mas tem alguns clientes que querem que eu destaque o valor do frete, cobrando o frete deles e assim a cobrança do frete por parte da transportadora seria para nós. Não posso imbutir o frete por dois motivos: Primeiro porque o cliente quer destacado; segundo, porque pagamos comissões e, as comissões, pela lei, devem ser pagas pelo valor das mercadorias, então não posso imbutir no preço. Sei que no preço do ICMS estará incluso o valor do frete destacado, por isso usaria divisor quando lançaria o frete, prevendo os impostos.
    Fizemos simulação e esbarramos num problema: O campo “frete por conta” é considerado pelas transportadoras para direcionar a cobrança deles. Para o sistema emissor aceitar o destaque do frete, tenho que preencher o campo “frete por conta” como “Destino” e aí a transportadora entenderia que deveria cobrar do cliente.
    Para que ela não cobre do cliente de uma nota dessa, segundo a transportadora, eu tenho que fazer carta de correção mudando no campo “frete por conta” para “Emitente”. Se eu, ao emitir a nf preencher esse campo, como “Emitente” o emissor não aceita o preenchimento do campo “Frete” para incluir na NF.
    Por favor, me informe se não tem como mudar isso.
    Grato.
    Athaídes.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 5 de maio de 2016 at 16:56

      Olá Athaídes, tudo certo?

      Qual é o emissor de NFe que você usa?

      Abraço!

  16. tassio 10 de maio de 2016 at 12:13

    ola Stefano.
    tenho alguma duvidas na hora de inserir os códigos do csosn nos produtos,sou optante pelo simples, mercearia, vendo para consumidor final, o meu contador esta mais perdido que eu, me indicou o seguinte:
    Mercadorias que entrar com CST (fornecedores em regime normal) 060,010,070… preencher os produtos para saída da seguinte forma : CFOP 5405 CSOSN 500

    Mercadorias que entrar com CST (fornecedores em regime normal) 000, 020, 040, 041, 050, 051, 090… preencher os produtos para saida da seguinte forma : CFOP 5102 CSOSN 102.

    Estaria certo esta escrituração?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 11 de maio de 2016 at 13:53

      Olá Tássio!

      Se os CST de entrada estiverem certos os CSOSN mencionados na consulta também estão.

  17. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 11 de maio de 2016 at 9:31

    Pode sair mais de um cpf por NFC-e em caso de rateio de conta em um restaurante?
    Não há essa previsão legal, o correto é apenas um cpf para cada NFC-e. Decreto 37.699/97 – Livro II – Art. 26-C § 3º

  18. tassio 11 de maio de 2016 at 17:47

    obrigado pela resposta!
    quanto ao uso do código de ST IPI devo deixa-lo em branco ou preencher com ST IPI’ 99 enquadramento 999?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 13 de maio de 2016 at 10:20

      Entendemos que a sua dúvida seja em relação ao último tópico. Sendo assim, entendemos que o código de situação tributária do IPI somente deve ser preenchido pelas empresas contribuintes do IPI, quais sejam, estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, caso contrário não há necessidade de preenchimento do campo correspondente a esse código.

  19. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 19 de maio de 2016 at 18:17

    Empresas que trabalham com venda ambulante devem seguir as disposições da Portaria CAT 127/15.

  20. Júlio César 22 de maio de 2016 at 11:12

    Bom Dia Stéfano,

    Tenho uma ME Simples, nunca fiz uma NFe, mas estou revendendo um carro que está em nome da empresa para uma concessionária de veículos que está exigindo a NFe. Amanhã irei fazer o certificado digital e já andei dando uma olhada no artigo e achei bem complicadas algumas coisas, quais os códigos que precisarei utilizar? Terei que pagar algum imposto?

    Obrigado desde já, mas é pq nunca fiz esse procedimento.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 24 de maio de 2016 at 12:08

      Olá Júlio, tudo bem?
      Provável que precise pagar imposto, o melhor seria você perguntar ao seu contador.
      Me diga de que Estado você é que verei com a nossa consultoria.
      Abraço.

  21. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 25 de maio de 2016 at 16:19

    No caso sou vendedor ambulante de pulseiras de relógio, gostaria de saber se com este novo sistema, preciso tirar alguma nota para as minhas mercadorias que levo comigo no carro, ou qual o procedimento adequado?

    Sendo esse contribuinte um MEI, não precisa de emissão de nota fiscal.

  22. Stéfano Willig
    Stéfano Willig 30 de maio de 2016 at 14:31

    Em notas fiscais de empresas optantes pelo simples, é necessário o destaque de algum campo de IPI no xml da nota fiscal?

    As indústrias tributadas pelo Simples Nacional, não destacam o IPI. As operações por ela realizadas com produtos de sua fabricação, no que tange a parcela do IPI 0,50%, já está embutido para fins de pagamento no DAS. Os campos do XML para optantes pelo Simples Nacional é específico para dar direito ao crédito de ICMS se este assim permitir, portanto, não destinado ao IPI. Lei Complementar 123/2006 – Art. 23 – anexo II.

  23. wagner 24 de junho de 2016 at 13:39

    bom dia , qual cst devo usar na devoluçao de mercadoria (defeito).
    ex: nota fiscal do meu fornecedor veio com cst 500. vou devolver uma peça, cfop q usei foi 6.202. estaria errado se eu usasse cst 000 ? outro detalhe somos optantes pelo simples estando no CRT (CODIGO DE REGIME TRIBUTARIO) 2 – Simples Nacional excesso de sublimite de receita bruta. TENTEI FAZER A DEVOLUÇÃO COM O MESMO CST DE ORIGEM (500). MAS MEU SISTEMA NAO EMITIU A NF APARECEU A SEGUINTE MSG : “OS PRODUTOS A SEGUIR ESTÃO SEM FCI PARA OPERAÇÃO INTERESTADUAL DE ORIGEM 3,5 E 8 ESSA INFORMAÇÃO É OBRIGATORIA ”

    BOM QUAL SERIA CST CORRETO A USAR NA NF DE DEVOLUÇAO(CFOP 6.202) ?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 27 de junho de 2016 at 15:26

      Olá Wagner, tudo certo?

      Seu fornecedor utilizou o CST 500 – Mercadoria Nacional, com Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40% – tributado integralmente, por isso seu sistema acusou erro solicitando FCI (Ficha de Controle de Importação) quando tentou devolver no CST 500. Sua empresa Simples Nacional, não pode usar o CST 500, este é só para substituído dentro do estado do Rio Grande do Sul. A devolução correta, será no CFOP 6.202 – CSOSN 900. AJUSTE SINIEF 07/05 – Anexo I Decreto 37.699/97 – Apêndice VII.

  24. Bruno Souza 12 de julho de 2016 at 21:31

    Olá. Preciso emitir nota fiscal com CFOP 1.933/2.933. Preciso do certificado digital para tal? Qual emissor devo usar?

    Obrigado

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 13 de julho de 2016 at 8:18

      Olá, tudo bem?
      Sim, você precisará do certificado digital.
      Você poderia utilizar o emissor gratuito até Janeiro de 2017, quando ele irá parar de funcionar.
      Ou, pode utilizar o QuantoSobra para emitir suas NFes :).

  25. Alisson Gomes 19 de julho de 2016 at 9:53

    Olá, tudo bem?
    Qual CST devo usar na devolução de mercadoria (defeito).
    ex: nota fiscal do meu fornecedor veio com CST 200. Vou devolver um produto, na emissão da NFe tenho que usar CFOP 6.949. estaria errado se eu usasse CST 200, poque não consta em meu sistema, somos optantes pelo Simples Nacional.
    Estou em duvida acho que CST seria 201, 202 ou 900.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 18 de agosto de 2016 at 16:57

      Olá Alisson, tudo certo?

      A nossa consultoria respondeu o seguinte:

      Em resposta a consulta formulada informamos que, por entendimento, na devolução de uma mercadoria onde foi utilizada a CST 200, o optante pelo Simples Nacional utilizará a CSOSN 900, uma vez que será de acordo com a o regime do estabelecimento que esta emitindo a Nota Fiscal.

      Abraço!

  26. Carlos 26 de julho de 2016 at 17:22

    Boa tarde estou tendo dificuldade em emitir nota .. Na hora de transmitir para SEFAZ não consigo e na hora de abrir o programa aparece algo me avisando que é insiguro. E trava e não abre.. O programa que uso é nfe.próprio da sefaz

  27. Alessandro 18 de agosto de 2016 at 20:55

    Boa noite, sou MEI e trabalho com revenda de roupas e calçados, qual código devo usar no ICMS? estou usando a opção não tributada, mas estou em dúvida se esta certo pode me ajudar?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 22 de agosto de 2016 at 11:22

      Olá Alessandro, como está?

      Você pode me dizer qual é a tributação que vem na sua NFe de compra?

      Ainda, você vende para pessoa física sempre?

  28. João Francisco Destro 25 de agosto de 2016 at 20:25

    Gostaria de obter orientações de como inserir mais de um produto na NFe, para evitar emissão nota a nota.
    Grato!

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 29 de agosto de 2016 at 15:46

      Olá João, tudo certo?

      Você emite a NF-e no QuantoSobra? Se sim, basta clicar no botão de +Adicionar Produto
      🙂

  29. Andre Cardoso 25 de agosto de 2016 at 23:53

    Ola, eu emiti a nota fiscal eletronica, atraves do sistema gratuito da receita. Ele gerou a nota, e o xml. Gostaria de saber como faco para efetuar o pagamento da mesma. Como gero o boleto para pagar a nota, e quanto tempo tenho pra pagar essa nota?

    Grato

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 29 de agosto de 2016 at 15:45

      Olá André, tudo bem?

      Mas era NF-e de entrada de materiais, você comprou?

      Geralmente quem gera a NF-e de compra para você é o seu fornecedor (que lhe vendeu) e o boleto também…

  30. Heverton Moro 31 de agosto de 2016 at 16:49

    Boa tarde, não estou conseguindo mais gerar nota fiscal para cliente que tenham CNPJ e ão isentos de Inscrição Estadual, dá um erro código 600

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 21 de setembro de 2016 at 8:26

      Verifique se realmente já foi baixada inscrição estadual do seu cliente, pode ser que ele tenha inscrição ainda ativa e você informa como isenta, dai não emite.

  31. Ana Agnelli 20 de setembro de 2016 at 14:08

    Na NF de remessa simples, posso emitir quando um produto sai da empresa para seu funcionário nas dependências do cliente?
    E quando esse funcionário for devolver esse produto, como ele emite a NF de remessa?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 21 de setembro de 2016 at 8:24

      Olá Ana, não entendi sua primeira pergunta.

      Mas quando uma pessoa física vai fazer devolução de produto, quem tira a NFe de devolução é a empresa, como nova NFe de entrada.

  32. Nageh Saleh 25 de outubro de 2016 at 14:01

    Olá, estou emitindo uma nota de venda para um condominio que não possui IE, coloco ali no campo …não contribuinte, e nao consigo transmitir a nota..o motivo: NF-e não consta na base do SEFAZ

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 10 de novembro de 2016 at 16:53

      Olá, tudo bem?
      Tem que verificar no sistema onde você está emitindo, mas geralmente se deixa em branco ele envia a IE como Isenta, que seria o caso aqui.
      Abraço.

  33. Fernando. 10 de novembro de 2016 at 9:41

    Olá, bom dia! Tenho uma dúvida sobre o preenchimento dos campos “Código” e “Descrição do Produto”. De preencher de acordo com o que está escrito na nota do fornecedor? Na nota do fornecedor, o “código” tem uma numeração dada por ele, bem como a “descrição do produto”. Então, na minha nfe de venda eu tenho que repetir exatamente como está na nota do fornecedor? Ou posso colocar diferente? Agradeço desde já.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 10 de novembro de 2016 at 16:49

      Olá Fernando, tudo certo?

      Não precisa repetir, pode colocar diferente, pois o NCM será o mesmo e este é o código que a Receita Federal vincula para fazer as conferências :).

      Abraço!

  34. Vania Cristina de Sá passanha 21 de novembro de 2016 at 18:33

    Olá Stefano, sou fabricante de embalagens plásticas em PE de vários tamanhos. Minha dúvida é se na hora de emitir uma nota tenho que ter um código para cada item, mesmo sendo o mesmo material, mesmo preço, ou posso apenas ter um código para embalagens plásticas.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de novembro de 2016 at 12:30

      Olá Vania, tudo bem?
      Infelizmente não sei te responder isto, aconselho procurar conselho do seu contador neste caso.
      Abraço!

  35. Fabiana Santos Ferreira 22 de novembro de 2016 at 21:26

    Oi Stéfano, tudo bom?

    Veja se pode me ajudar. Sou mei a pouco tempo pela cidade de São Paulo.

    Já paguei o das anteriormente e emiti a nota, porém, séo agora vi que estão me cobrando 5% por cada valor na nota. Vi isso quando fui clicar em guia de pagamento para pegar o boleto do DAS e minha surpresa foi essa cobrança.

    Como proceder?

    Muito obrigada.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de novembro de 2016 at 12:28

      Olá Fabiana, tudo bem?
      Vá ao SEBRAE de São Paulo, eles poderão te ajudar.
      Ou busque um contador que possa lhe auxiliar neste caso!

  36. Claudia 28 de novembro de 2016 at 10:25

    Olá bom dia! Stéfano, tenho muitos clientes que estão recebendo notas em formulário de Fornecedores do SIMPLES NACIONAL. Tem algum site onde posso consultar se a empresa do SN , está obrigada ou não?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de novembro de 2016 at 12:23

      Olá Claudia, tudo certo?

      Não entendi sua pergunta… Se a empresa do Simples Nacioanl está obrigada a que?

      Abraço!!

  37. Alessandra 28 de novembro de 2016 at 15:19

    boa tarde, alguem pode me da uma ajuda? preciso emitir uma nota interestadual, do Rio de Janeiro para o ESPIRITO SANTO. so que nao estou conseguindo transmitir pelo emissor de nota fiscal.

    da a mensagem de recebida e logo depois rejeitada.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 28 de novembro de 2016 at 16:19

      Olá Alessandra, tudo certo?
      Você se refere ao emissor gratuito da Receita Federal?
      Infelizmente não tenho conhecimento sobre ele nem consigo ter acesso a sua NF-e pois não foi emitida pelo QuantoSobra. :'(
      Do contraŕio poderia te ajudar olhando os logs do que houve, qual erro deu etc.
      Abraço!

  38. Dhiego 12 de janeiro de 2017 at 15:03

    Ola Boa tarde Sou opitante do simples EPP, e não consigo autorizar a emissao de NFC-e de Clientes com CNPJ, o sistema apenas autoriza com CPF. Porque?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 18 de janeiro de 2017 at 10:48

      NFC-e não pode ser emitido para Pessoas Jurídicas contribuintes do ICMS. Abraço!

  39. Sandra Thomaz 17 de janeiro de 2017 at 12:43

    Boa tarde Stefano tudo bem?

    Estou perdida com um cliente aqui do indústria de resistencia do simples nacional.
    Ela está vendendo a mercadoria para Manaus para cliente revender. Tem ICMS-ST, quem recolhe não é o fabricante, paga a guia antecipada e manda com a nota para o cliente de Manaus? Essa guia é uma gare comum com o codigo 063-2? mais uma pergunta: o valor do ICMS-ST é somado no total do nota? Nesse caso não estaria pagando o ICMS duas vezes?

    Pode me ajudar por favor

    obrigada

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 1 de março de 2017 at 11:49

      Olá Sandra, tudo bem?

      Questionamos nossa consultoria e a resposta foi:

      Em atendimento a seu questionamento informamos que será devido o cálculo do ICMS-ST nas operações subsequentes com os produtos relacionados no Anexo II -A do RICMS/AM, no entanto a responsabilidade pelo pagamento, retenção e destaque no documento fiscal será do remetente quando houver protocolo entre os Estados nos termos do artigo 110, inciso IV do RICMS/AM, neste caso o imposto devido a este Estado será recolhido por GNRE codigo 10009-9.

      10004-8
      ICMS Substituição Tributária por Apuração
      10009-9
      ICMS Substituição Tributária por Operação

      Art. 110. É responsável pelo recolhimento do ICMS, na condição de sujeito passivo por substituição, devendo fazer a retenção do imposto devido na operação ou operações concomitantes e subseqüentes a serem realizadas pelos adquirentes, bem como do imposto relativo aos serviços prestados, conforme dispuser a legislação tributária:
      (…)
      IV – o remetente de mercadorias sujeitas à substituição tributária nas operações interestaduais destinadas ao Estado do Amazonas, na forma de Convênio ou protocolo celebrado com outras unidades da Federação, nos termos do Convênio ICMS 81, de 10 de setembro de 1993.

  40. UEMERSON NEGREIRO 25 de janeiro de 2017 at 10:55

    Bom dia Stéfano tudo bem…
    Estou com uma duvida na verdade não sei nem pro onde começar….
    Tenho um Nota Fiscal e preciso fazer as devolução de algumas mercadorias e tem que ser feito o calculo do ICMS de cada produto ..
    A minha duvida é
    Como que faço o Calculo para achar o ICMS de uma nota de valor 685,00 (Total) cada produto 165,00 e o outro 520,00 no caso seria um valor do ICMS para cada produto.
    Exemplo sou de MT e preciso fazer uma nota de devolução para fora do Estado GO…
    Como seria o Calculo ???
    E outra se tiver um material bom poderia me enviar para o meu Email ***email removido pelo administrador***
    Grato
    Uemerson Negreiro

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 23 de fevereiro de 2017 at 10:14

      Olá Uemerson, tudo certo…?

      Geralmente o ICMS vem descrito na própria NF-e que você recebeu, destacado, inclusive, o valor por produto, na própria nota fiscal.

      Em alguns casos não vem destacado, talvez por ser uma empresa emissora de NF-e do Simples Nacional, mas não tenho certeza, o melhor é confirmar com seu contador. Vai depender da CST (Situação Tributária) utilizada também.

      Este é um cálculo muito complexo e tenho receio de lhe passar informações erradas, aconselho procurar o seu contador.

      Abraço!

  41. Carta de Correção Eletrônica: DESCRIÇÃO - AEXO Contabilidade 26 de janeiro de 2017 at 15:28

    […] textual, ou seja, você terá um campo livre para descrever tudo aquilo que deseja alterar em sua nota fiscal eletrônica (NFe) da forma mais clara e objetiva […]

  42. FABIANA EVANGELISTA 4 de março de 2017 at 9:42

    Bom dia preciso emitir uma nota fiscal eletrônica de prestação de serviço , tenho firma aberta e ja tenho cnpj como faço ? não tenho certificado digital

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 6 de março de 2017 at 8:40

      Olá, tudo bem?

      Você precisa de um sistema que seja integrado a prefeitura da sua cidade para tanto. E também encaminhar um certificado digital :).

      Aconselho fazer um teste gratuito do QuantoSobra e em nosso chat perguntar para um especialista se emitimos NFS-e em sua cidade 🙂

      Para fazer o teste grátis do Software de Gestão QuantoSobra clique aqui.

      Um abraço!

  43. Martins 15 de março de 2017 at 13:04

    Tenho uma empresa ltda mas n tenho certificação ainda… Gostaria de saber como devo proceder e se posso ja emitir de imediato ..minha empresa é prestacão de serviços e queria também emitir de vendas de produtos já posso fazer isso de imediato também?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 15 de março de 2017 at 13:16

      Olá Martins, tudo certo?

      Infelizmente, você primeiro precisará do Certificado Digital, somente após isto vocÊ conseguirá emitir NF-e e NFS-e.

      Se for pelo QuantoSobra, precisa ser o certificado digital A1.

      Abraço! 🙂

  44. Anderluce 16 de março de 2017 at 11:48

    Olá, sou optante do simples nacional, vou fazer uma devolução de mercadoria que veio com CST 207, qual devo usar na minha nota de devolução? o mesmo ou o 900?
    Grata,

  45. Daiane Fabre 27 de março de 2017 at 7:46

    Bom dia
    Por gentileza, sou de uma empresa do simples nacional, e preciso fazer uma NF-e de simples remessa a um cliente pessoa física, consumidor final no estado do RJ.
    Qual CFOP e alíquota que devo utilizar? Nessa operação é necessário recolher guia gnre?

  46. Henrique 3 de abril de 2017 at 9:28

    Bom dia.
    Preciso emitir nfe para um cliente que está comprando um livro conosco e irá pagar em depósito o transporte via correios depositando o vlr da mercadoria + correios. Eu pagarei o envio aqui do RJ, mas ele nos reembolsa no depósito junto vlr da mercadoria. Como faço? A nfe deve sair com vlr total ou somente c/ vlr do livro?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 1 de agosto de 2017 at 9:35

      Bom dia, valor total, incluso frete! 🙂

  47. fabio roberto 27 de abril de 2017 at 10:16

    Oi sou fabio
    sou ME simples nacional
    emetir uma nota fiscal eletronica como fasso para pagar o emposto como fasso isso?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 1 de agosto de 2017 at 9:33

      Bom dia Fabio, entre em contato com o seu contador, geralmente para o Simples Nacional é gerada uma guia para pagamento do Simples.

  48. Daiana 3 de maio de 2017 at 10:47

    Stéfano,

    Bom dia,

    Como eu faço uma nota de devolução de uma peça que componha a mercadoria.

    Exemplo: Na nota a discrição do produto é uma adega e vamos devolver o climatizador ( Peça que componhe a adega).

    Obrigada.

  49. Marcio Ramos 4 de maio de 2017 at 20:11

    Estou tentando emitir uma nota fiscal no 3.10 , produto a ser vendido servidor usado da HP esta pedindo um código NVE. quando se cadastra o produto. o código NCM 84715010. como resolver?

  50. Paula 17 de maio de 2017 at 18:48

    Olá Stéfano!
    As empresas que são optantes pelo Simples Nacional costumam observar no campo (Informações Adicionais) a seguinte frase: “NOTA FISCAL EMITIDA POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL, NÃO GERA DIREITO A CREDITO FISCAL DE IPI”.

    E para quem é MEI, existe alguma frase que tem que ser observada no campo (Informações Adicionais) na NF-e ? No meu caso, sou MEI que vende produtos pela internet para o consumidor final.

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 23 de maio de 2017 at 16:20

      Olá Paula, tudo bem? Não achei base legal para isto.

      Como é para consumidor final, acredito que não haja necessidade. Porém, talvez seja aconselhável você colocar o mesmo, modificando a frase para “NOTA FISCAL EMITIDA POR MEI…”.

      Todavia, aconselho que confira isto com seu contador :).

  51. Carlos 3 de junho de 2017 at 21:21

    Boa noite seu sistema na opção do pdv ele gera a NF-e e NFC-e? Ex gero uma venda para um cliente cadastrado e ele quer NF-e) isso direto do pdv sem ter de ir para outro em assim finalizar para emitir a nf

  52. Gustavo Florindo 13 de junho de 2017 at 22:06

    Saudações. Excelente artigo.
    Eu estou interessado no modelo 65 (NFC-e), como ficam os campos para esse modelo específico?
    Até mesmo um XML de exemplo seria útil. As informações nesse sentido são dispersas por demais.

    Grato desde já.

  53. Alison 12 de julho de 2017 at 11:44

    olá tudo bem?
    Gostaria de saber como faço a NFe quando trabalho vendendo produtos na rua e preciso conquistar clientes ainda, pois ando com a vam com produtos para vender, pois ainda nao tenho clientes.
    Att.

  54. Ana 5 de outubro de 2017 at 23:32

    Olá,

    Por falar em e-book, rs, gostaria de saber como é a maneira certa de vendê-lo. Sou MEI e tenho ebooks criados, gostaria de vendê-los em PDF. Só que não sei bem em que atividade isso se enquadraria. A mais próxima seria “livreiro”, pelo que me parece… E como seriam as notas fiscais eletrônicas? Se estou baseada no Rio e alguém de São Paulo acessa meu site e compra o ebook para baixar, seria venda interestadual, mesmo sem o produto existir fisicamente? E se alguém que mora em Londres e compra meu ebook… seria uma importação???

    Obrigada

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 10 de outubro de 2017 at 11:02

      Olá Ana, tudo bem?

      O melhor é consultar o Sebrae ou seu Contador.

      Abraço!

  55. Daiane 24 de outubro de 2017 at 0:13

    Referente a data e hora de saida e obrigatorio ou opcional

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 27 de novembro de 2017 at 11:58

      Olá Daiane, tudo bem? Não é obrigatório. Porém caso preenchido será validado de acordo com o horário da emissão da nota. O horário de saída não pode ser menor que o horário de emissão.

  56. Mellina 4 de dezembro de 2017 at 11:59

    Bom dia!

    Temos um fornecedor que emitiu a nota da seguinte forma: Data de emissão 16/11/2017; Data da saída 03/12/2017 e transmitiu a nota fiscal hoje, 04/12/2017. Está correto isso?

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 8 de dezembro de 2017 at 9:52

      Olá Melina, tudo bem?

      A Portaria CAT 162/2008 considera que a NF-e é dada como emitida apenas após a sua assinatura digital. O RICMS SP no dispõe no 2º do artigo 215 que a escrituração do livro Registro de Saídas deve ser efetuada de acordo com a data de emissão do documento fiscal, desta forma, talvez seja valida a transmissão posterior. O ideal é consultar a própria Receita Federal sobre o assunto ou o seu contador. Porém deve-se considerar que a infra-estrutura de recepção das NF-e é dimensionada para que um lote de Notas Eletrônicas seja autorizado em poucos segundos sendo que a SEFAZ se comprometem a processar os lotes de notas fiscais recebidas em até 3 minutos em no mínimo 95% do total do volume recebido no período de 24 horas (Fonte: https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/perguntas_frequentes/respostas_V.asp), assim, parece estranho mesmo esta divergência de tantos dias.

  57. walmir leite maldonado 12 de dezembro de 2017 at 21:36

    Gostaria de saber como é feito em enviar uma nota fiscal eletronica para uma empresa ou pessoal.
    Pois,vou começar a trabalhar no ramo,e me esqueci de como fazer esse tipo de envio.
    Obrigado

    1. Stéfano Willig
      Stéfano Willig 13 de dezembro de 2017 at 9:28

      Olá Walmir, tudo bem?

      Geralmente o Software que você emite NF-e envia o XML + DANFE (PDF) para o seu cliente via email.

      No caso do QuantOSobra, funciona assim, abraço!

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